quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Oficina de grafiti!

A oficina de grafiti do projeto Divercidade Mudada na Escola Municipal Themira Palmer em breve completará três meses de realização com o instrutor Alexandre Kmos,“Mosca”.
Com grande aderência das crianças, cuja média de idade é de 12 anos, a oficina está evoluindo a cada semana, já rendendo frutos: os rabiscos que antes eram feitos no papel agora começam a colorir os muros da escola.
Abaixo seguem algumas das fotos da consolidação da idéia do projeto marcada no muro do colégio.
 




domingo, 23 de outubro de 2011

                     O Encontro
              Em prol do Projeto DiverCidade Mudada



Quem esteve presente no “Espaço Cultural LD Artes e Eventos”, no sabado(15), pôde conferir e participar do grande encontro, em prol do Projeto Social DiverCidade Mudada, entre artistas de diversos segmentos da nossa região.
Com inicio em uma tarde agradável o evento teve a presença dos músicos: Júnior Carriço, Léo B, Iury Lucarna, Gustavo Lima, Azul Casu, Ulisses Rabelo, Danniel Coelho, Vantuir Marques, João Oliveira, Fernando Chagas, entre outros. Os presentes no evento também foram contemplados com as belas poesias de Paulo da Silveira e Jiddu Saldanha; com a arte em graffiti de Alexander Kmos (Mosca) e com o jongo roda de jongo do Grupo de jongo Dona Sú.
O clima de descontração e solidariedade veio como uma nuvem sobre o evento. E por falar em nuvem, ao anoitecer uma forte chuva caiu “sobre nós”, mas não impediu em nada o bom andamento do evento, podemos dizer que ela (chuva) renovou as energias de todos, tanto do público, quanto das atrações que seguiam, hora revezando, hora interagindo no mesmo palco.
Nenhum artista cobrou cachê, e toda renda do evento foi revertida para auxiliar na manutenção do Projeto Social DiverCidade Mudada. 
O DiverCidade Mudada só tem a agradecer, tantos aos artistas, quanto ao público presente!
A inclusão é uma arte, e entender e abraçar a idéia é ser “artista”!





 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Projeto Sociocultural DiverCidade Mudada:
A inclusão é uma arte! 


  
Depois de muito planejamento, conversas, portas na cara, portas abertas, portas na cara, abraços (ao projeto), “costas viradas”; reuniões, conversas, reuniões, conversas, reuniões........  Hoje, terça-feira(6/9/2011), o Projeto Sociocultural DiverCidade Mudada iniciará a sua primeira turma. Na garra. Na cara e na coragem. E lógico, com a ajuda, graças a Deus, de muitos amigos!
A primeira oficina oferecida aos alunos será a oficina: DIVERCIDADE EM GRAFFITI com o instrutor Alexander Kmos.
Nas próximas semanas estaremos iniciando as oficinas de Capoeira e cavaquinho.
Para quem não conhece o Projeto Sociocultural DiverCidade Mudada, um brevíssimo resumo:

DiverCidade Mudada é um projeto piloto com o intuito de proporcionar a oportunidade de inclusão social através da arte, e se dará por meio da parceria com a Escola Municipal Themira Palmer, que irá ceder o espaço físico onde serão desenvolvidas as oficinas, e também atuará na divulgação do projeto entre seus alunos.
A idéia do projeto ocorreu em virtude da carência de atividades culturais no Bairro Manoel Corrêa, contudo a intenção do projeto é se alastrar em outros colégios da cidade de Cabo Frio.

Público alvo:
Crianças e adolescentes de ambos os sexos, com idade entre 10 e 18 anos, alunos da Escola Municipal Themira Palmer, localizado no bairro Manoel Corrêa, em Cabo Frio e indiretamenteas famílias das crianças e adolescentes assistidas pelo projeto.

Objetivo:
Oferecer as crianças e adolescentes da Escola Municipal Themira Palmer, uma oportunidade de inclusão social através da cultura, e contribuir para uma melhor inserção desses adolescentes na sociedade através de oficinas artísticas e culturais semanais, além de palestras mensais de caráter artístico, social e ecológico.

O Projeto Social DiverCidade Mudada não é um projeto pessoal, e sim de toda sociedade! Assim como temos feito desde o surgimento das primeiras idéias: estamos totamente abertos a sugestões e críticas.
 Um muito obrigado a todos quem deram e tem dado força para que o idéia não fique no papel! E um apelo carinhoso para que todos abracem o projeto!


"se joga... É cara a tapa, é pranto, um pouco e um tanto de um canto. Bola pra frente, pé na estrada, é o principio tudo do começo de nada!"

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Cabo Frio: Celeiro de talentos!! Cabo Frio: "Seleiro com talentos"??

ÔÔÔÔ.... Secretaria Municipal de Cultura do Município de Cabo Frio!!! Cadê o 2º, o 3º e o 4º Cabo Frio Compõe???? Ou outro festival de compositores e intérpretes da nossa cidade???? O 1º Cabo Frio Compõe foi em 2008, um grande evento, com bastante visibilidade, mas ai, da lá pra cá nada!?

Vendo vídeos no youtube achei esse vídeo do festival:





Parabéns a Ulisses Rabelo e João Victor de Souza pela música Ananda, premiada no festival.
Eu também participei desse festival, não cheguei as finais, mas fiquei orgulhoso de ter sido selecionado entre tantos músicos da cidade.

ÔÔÔÔ SECRETARIA DE CULTURA, VAMO ACORDAR, P@#$. A cidade ta cheia de talento, os músicos estão tendo que sair daqui para ganhar visibilidade. Cadê os festivais?????

Eu, assim como tantos amigos músicos, tenho que ir para outras cidades para participar de festivais????? Rio das Ostras está promovendo um festival de interprétes..... No ultimo ano Saquarema e São Pedro promoveram festivais de compositores..... Festivais com a participação de músicos cabofrienses.

Quando fui para a final do Lagos Music Fest, em São Pedro, com a música “Tambores Urbanos” vocês da Secretaria de Cultura estavam enviando e-mails para a lista de contatos de vocês comunicando que tinha uma música de um compositor cabofriense, se não me engano também tinha outra banda, na final do festival! PARABÉNS! Porém, ligar para o bobão do músico para dar um apoio, nem que seja moral, que é bom nada, ne? Só fiquei sabendo, pois amigos que receberam o e-mail me mostraram. 

A banda Amerê participou de diversos festivais no Rio, e se não me engano, em São Paulo também. Foram premiados em alguns! Mas será que eles não poderiam participar de festivais aqui??? Será que eu não poderia participar de festivais aqui na minha cidade??? Será que tantos outros músicos, talentosos, que nós temos não podem participar de festivais aqui em Cabo Frio?
 VAMO ACORDAR!!!! A CIDADE TA CHEIA DE TALENTOS! CHEIA DE COMPOSITOR, DE INTÉRPRETE, INSTRUMENTISTA!

Depois, quando a galera estiver na boa, não venha passar e-mail promovendo a mesma cidade que agora parece virar as costas para os músicos “comuns”, sem conchavo. Os “Silvas”, os “Souzas”.

Fim de papo!


AZUL CASU para DiverCidade Mudada.



domingo, 7 de agosto de 2011

"Tambores Urbanos" - O CLIPE

Angústia, alívio, e orgulho resumidos em 6:33 minutos:
 
Um poema, uma música, um estúdio, um amigo com uma câmera, e dois interpretes. Uma câmera na mão, uma bicicleta, e um pôr do sol ao fundo. Inúmeras imagens "cruas". Um computador-carroça, um programa básico do básico de edição de filmes, e uma pessoa sem conhecimento técnico de edição de filmes. Programa que trava, computador que trava, arquivo de filme perdido. Aprendizado de salvar tudo em um pen drive. Aprendizado de salvar tudo em dois pen drives. Horas na frente do computador. Aprendizado de salvar tudo em dois pen drives, e no computador de amigos.

Pulso que dói. Ideias que mudam, trabalho que recomeça. Trabalho que rerecomeça. Trabalho que rerererecomeça. Horas e mais horas sentado em frente a um computador. Pulso que dói. Pulso que dói mais. Pulso que dói mais ainda. Aprendizado de imobilizar o pulso. Programa que trava. Aprendizado de aprender a mexer no mouse com a mão oposta(esquerda). Projeto que "anda", sorriso no rosto, sorriso no rosto de amigos. Pulso que dói. Programa que trava. Divulgação de uma parte do projeto. Pessoas que aceitam, pessoas que rejeitam. Projeto que anda mais, mais sorrisos. Pessoas curiosas, pessoas que não tão nem ai. Pulso que dói. Fim do projeto, e muito mais sorriso no rosto.

Talvez tenham faltado imagens, talvez tenha sobrado. Talvez o ângulo não tava bom, talvez a câmera não era boa. Se fosse um trabalho realizado por profissionais da área, teriam mais câmeras, mais ângulos, mais imagens. Um leque maior de opções de edição. Teria um bom programa de edição, um computador que suporte um bom programa de edição, um produtor de vídeos, isso,um produtor de vídeos que falasse para que nós(interpretes) fizemos caras e bocas na frente das câmeras. Andássemos de lá para cá, de cá para lá. Poderia contratar um ator, dois, três... Se tivesse um empresário, um produtor de vídeos, um editor de vídeos, o pulso não tava doendo agora, mas talvez os olhos também não estivessem brilhando.

Deixa a câmera boa, o programa bom, o computador que suporte o programa bom, os profissionais da área, e todo resto desse “pacote” para a próxima. Pois dessa vez eu só precisava de um poema, uma música, um estúdio, um amigo com uma câmera, e dois interpretes. Uma câmera na mão, uma bicicleta, e um pôr do sol ao fundo. Inúmeras imagens "cruas". Um computador-carroça, um programa básico do básico de edição de filmes,uma pessoa sem conhecimento técnico de edição de filmes, e amigos. O básico e primordial para obter 6:33 minutos.(6:34 minutos no youtube. Mas o arquivo original é de: 6:33 minutos)

Azul Casu


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Divulgação - Clipe Tambores Urbanos (Azul Casu)

“E no batuque do agogô e tamborim, faço minha parte sem esperar que a pátria amada faça por mim”. Assim como a frase da música de Azul Casu, os blogs Alves TV e DiverCidade Mudada estão fazendo a parte que lhes cabe, sem esperar que por eles outros façam.....

Ao invés de batucadas “milagreiras”, essa parceria, que tem tudo para dar bons frutos, está produzindo o clipe, totalmente independente, de “Tambores Urbanos”, música de Azul Casu. Gravada por Azul Casu e Iury Lucarna.

Nesse vídeo que os blogs soltaram na “rede” da para ver uma pequena parte da idéia do clipe.





EM BREVE, TAMBORES URBANOS (O CLIPE)
Alves TV mostra um outro ângulo da divulgação deste mesmo vídeo.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

     “Há kilos” que não se escuta nas rádios
(Siba e a Fuloresta - Toda Vez Que Eu Dou Um Passo


Mais um som da série: "Há Kilos" que não se escuta nas rádios.
seguindo com intuito de apresentar e/ou relembrar músicas que devido ao ultra-hiper-mega jogo de interesses da indústria fonográfica não iremos escutar nas rádios "populares"

                                         

Siba é um dos principais mestres da nova geração do maracatu e dos cirandeiros. Em 2002 depois de uma longa estrada com a banda "Mestre Ambrósio", ele começou com projeto “Fuloresta”, um grupo formado por músicos tradicionais de Nazaré da Mata, uma pequena cidade com 30 mil habitantes, distante 65 km de Recife. Atualmente o grupo está com 2 CDS e um DVD sendo ultimo com nome de “Toda vez que eu dou um passo / O mundo sai do lugar”
O audio não lá essas coisas, mas o som vale a pena!